Ação de cunho preventivo também acontecerá em outras repartições públicas do município
A união entre os agentes de Combate a Endemias, da Secretaria de Saúde, com os profissionais do Corpo de Bombeiros de Cianorte resultou, na manhã desta sexta-feira (03), em uma força-tarefa em busca de possíveis focos do mosquito Aedes aegypti. A operação, que aconteceu no prédio da corporação e no raio de 300 metros, tinha por objetivo conscientizar os funcionários quanto aos possíveis criadouros e formas de eliminá-los. Três focos foram detectados.
“Essas inspeções devem ser realizadas com frequência não apenas nas casas dos cianortenses, mas também nas repartições públicas e nas empresas do nosso município”, indicou a supervisora do Programa de Combate à Dengue, Vera Lucia Fusisawa. “A ação de hoje para relembrar esses cuidados serviu como um convite para que os demais órgãos públicos também integrem essa iniciativa, realizando, cada um em seu ambiente e na sua vizinhança uma checagem aprofundada”, frisou.
Para o comandante do Corpo de Bombeiros de Cianorte, Capitão Adriano Alves de Souza, a ação conjunta foi uma excelente oportunidade. “Os colaboradores puderam aprender na prática os principais pontos em que o acúmulo de água representa risco, bem como a necessidade de se manterem atentos ao problema, checando assiduamente esses locais. Sem dúvidas esta manhã foi importantíssima”, contou.
Inspeções como essas devem acontecer em outros prédios públicos do município durante as próximas semanas. “Essa foi uma atividade educativa determinada pelo Ministério da Saúde que busca, sobretudo, chamar a atenção. O nosso interesse é continuar realizando essas forças-tarefa a cada semana em um novo local, além do trabalho de rotina já realizado pelos agentes”, alegou a secretária municipal de Saúde, Michelly Viguiato Pricinotto.
“Não dá para descuidar. O mosquito é capaz de transmitir uma série de doenças já conhecidas, como a dengue, a chikungunya e o Zika Vírus, e ainda tem se apresentado como propagador de vetores das Febres Amarela e Mayaro, que embora não tenham sido notificados na nossa região, já preocupam muito. Todas as ações que possam ser planejadas são válidas”, apontou a chefe da Divisão de Prevenção em Saúde, Heloísa Dantas.