Serviços de reparos no asfalto da Amazonas, Maranhão e Pernambuco terminaram nesta quarta-feira (30)
Foram 22 dias de tráfego intenso. Com a erosão no Km 225 da PR-323, entre a Vila Operária e a Vila Sete, estima-se que aproximadamente 15 mil veículos passaram diariamente pelas avenidas Amazonas, Maranhão e Pernambuco, utilizadas como rotas alternativas ao trecho interditado. Somados os transtornos causados às comunidades locais pelo trânsito excessivo e a deterioração da malha asfáltica, a Prefeitura conseguiu, com o apoio do Departamento de Estradas e Rodagem (DER), a construção de um desvio que retirou os viajantes das vias urbanas. Em seguida, a administração municipal iniciou, com recursos inteiramente próprios, os serviços de recuperação do asfalto que, com chuva, sofreram atraso de alguns dias e foram finalizados nesta quarta-feira (30).
“Foi um trabalho minucioso. Iniciamos com o levantamento dos danos e a mobilização de uma força-tarefa para a execução dos serviços, que foram além do tapa buracos, pois consistiu na recuperação da base, com a remoção de detritos e terra vulnerável, preenchimento com cimento compactado e aplicação da massa asfáltica. Isto é muito importante, pois é a base que dá resistência aos esforços verticais do tráfego e, da maneira como está sendo feita, garantirá durabilidade e boas condições de trânsito”, explicou o engenheiro civil da Secretaria de Serviços Municipais, Allan Damasceno Marchini.
“A construção do desvio e a recuperação das avenidas foram fundamentais para devolver a tranquilidade de ir e vir com segurança, principalmente aos moradores das avenidas Amazonas, Maranhão e Pernambuco, bem como de suas proximidades. Estas eram questões prioritárias da administração municipal que, por determinação do prefeito, foram executadas com excelência”, afirmou o secretário municipal de Integração Governamental, Clóvis Bongiorno, coordenador dos serviços.