Divisão de Vigilância Ambiental da SEMMA trocará lixeira comunitária de local para evitar transtornos na região
Os moradores da estrada rural Pão de Açúcar, localizada no final da Avenida Pernambuco e que dá acesso à subestação da Copel, estavam enfrentando problemas com a coleta do lixo há aproximadamente um mês, quando a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), empresa responsável pela prestação do serviço na região, deixou de recolher os resíduos depositados na lixeira comunitária instalada no local pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente (SEMMA).
Segundo informações do chefe da Divisão de Vigilância Ambiental, Guilherme Comar Schulz, o impasse surgiu porque a SEMMA entende que a responsabilidade da coleta no local é da Sanepar, uma vez que a população da região paga a tarifa de lixo juntamente com a conta de água. “Nós recolhemos os materiais em todas as lixeiras comunitárias instaladas nas estradas vicinais de Cianorte de forma gratuita. Esta era a única onde não coletávamos, justamente por esta particularidade de a população pagar para a Sanepar prestar o serviço. Há mais ou menos um mês, a empresa deixou de realizar a coleta alegando que os moradores não fazem a separação do lixo, mas não nos avisou que procederia desta forma”, disse.
Para resolver a situação, a SEMMA – após contato com a Companhia de Saneamento – decidiu trocar a lixeira de lugar. “Nesta quarta-feira (17), nossas equipes recolheram os resíduos no local e já iniciamos os procedimentos para a reinstalação da lixeira na continuação da mesma estrada, a partir do ponto em que a via deixa de ser pavimentada e o serviço da Sanepar também não é prestado”, explicou Guilherme.
Guilherme comentou, ainda, que sempre são instaladas duas lixeiras nas estradas vicinais, sendo uma destinada ao lixo orgânico e a outra para o reciclável. “Então pedimos a colaboração da população na separação dos resíduos. Isto é um gesto de cidadania e de responsabilidade ambiental, já que todos nós sabemos que a maioria dos materiais que podem ser reciclados são prejudiciais ao meio ambiente se descartados incorretamente. Devemos fazer nossa parte para deixarmos uma cidade preservada para as futuras gerações”, destacou.